Hedera Helix

Boa tarde 🙂
Hoje partilhamos uma planta comum mas com um potencial enorme, quer paisagístico, quer medicinal.
A Hera (Hedera helix) é uma planta trepadeira natural da Europa Central e Ocidental.
Conhecida também como hera inglesa, hera verdadeira ou hera venenosa, é originária da Europa, mas pode ser encontrada um pouco por todo o mundo, maioritariamente como uma flor ornamental.
Esta planta é chamada de trepadeira devido à forma como se agarra a diversas superfícies para crescer e se sustentar, mas embora se apoie no tronco de árvores, ela não usa a seiva como alimento ou seja, só se apoia na árvore e não a parasita. Exatamente por isso é utilizada frequente como planta ornamental e em cercas vivas.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil e bem drenável, irrigado periodicamente. A Hera aprecia a humidade e o frio subtropical, no entanto não suporta solos encharcados. É tolerante a geadas, poluição e podas para o controle do crescimento. A Hera multiplica-se por sementes, estaquia ou mergulhia, no entanto o mais comum é a sua multiplicação através de estacas.
As suas flores são de cor amarelo-esverdeado e os frutos amadurecerem na primavera, no entanto o seu consumo não é recomendável pois são tóxicos.
Alem da sua vertente ornamental a Hera é uma planta medicinal poderosa, e se consumida em sua forma natural, pode ser tóxica.
A hera, como componente de remédios naturais, pode ser usada para curar tosses fortes, especialmente as com catarro. Além disso, suas ações são analgésicas, expectorante, calmante, cicatrizante, hidratante e lipolítica.
Os seus benefícios contemplam também a estética e por isso é facilmente encontrada como substância principal em produtos cosméticos, como cremes contra celulite e anti-rugas.
A Hera é, no entanto, contra-indicada a crianças, mulheres grávidas e a quem possui hipertireoidismo. Informe-se junto do seu médico ou farmacêutico antes de utilizar a planta para qualquer tipo de fim que não o ornamental.
Curiosidade:
Na Grécia antiga acreditava-se que a ingestão desta planta evitava que alguém se embebedasse pela ingestão exagerada de vinho.

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